Tito 2.11-15 Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens.Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente, enquanto aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. Ele se entregou por nós a fim de nos remir de toda a maldade e purificar para si mesmo um povo particularmente seu, dedicado à prática de boas obras. É isso que voçê deve ensinar, exortando-os e repreendendo-os com toda a autoridade. Ninguém o despreze.
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Silas Malafaia no Ratinho






quinta-feira, 30 de julho de 2009

Música Gospel marca presença no programa Fantástico da TV Globo


A música “Faz Um Milagre em Mim”, considerada o maior hit gospel do momento, foi escolhida pelo jogador Obina, atacante do Palmeiras, para ser a trilha sonora da matéria do Fantástico, na Rede Globo, que exibiu sua performance no futebol deste domingo, dia 27/7.

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O atleta marcou três gols e foi eleito o astro da partida entre Corinthians e Palmeiras, realizada no estádio Eduardo José Farah, em Presidente Prudente (SP).

Além de conter o sucesso de Regis Danese, a matéria também toca um trecho de “Chaos” da banda cristã americana MuteMath. Você pode conferir a matéria no site do Fantástico.

Bíblia surpreende e choca roqueira Danni Carlos



Bíblia surpreende e choca roqueira Danni Carlos em “A Fazenda”
Por Renato Cavallera em quarta-feira, 29 julho 2009
Tags: A Fazenda, Bíblia, Danni Carlos, Davi, Impactou, TV
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Bíblia surpreende e choca roqueira Danni Carlos em “A Fazenda”

A Bíblia - um livro nem tão antigo assim - tem surpreendido a roqueira Danni Carlos, em A Fazenda. Conversando com Carlinhos da Silva nesta madrugada de terça-feira, a caipira do rock confessou estar “chocada” após ter tido algumas revelações graças à leitura dos textos bíblicos.
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Como tem feito nos últimos dias, a cantora lia um exemplar de bolso em sua cama. Mendigo entrou no quarto coletivo e a conversa teve início. Danni revelou ao companheiro de confinamento nunca ter lido os textos bíblicos com tanta profundidade.

“Cara, eu não sabia que a Bíblia era tão interessantes, porque umas guerras, umas sagas. Tem umas coisas assim, estratégias de ’se esconde no monte tal’, ‘vai e entra’. E você não consegue mais parar (de ler) de curiosidade. Muito legal”, revelou surpresa a caipira do rock, para continuar: “Tem umas coisas incríveis. Não sabia que era tão dinâmico assim.”

“É, né! Saindo daqui eu vou começar a ler”, disse Mendigo, que explica querer uma versão para iniciantes. “Você nunca leu também? Ler por ler, né?”, quis saber o comediante.

Danni Carlos contou não ser uma assídua leitora da Bíblia. “Eu lia, mas eu lia mais assim pra pedir um conselho. Tô lendo as histórias agora. Lia pra pedir uma orientação. Até hoje eu faço isso. Mas agora eu peço a orientação, leio. Mas depois eu tô lendo historicamente, as histórias”, confessou a roqueira, demonstrando surpresa.

A cantora admirou-se ainda com a atualidade contida nas Escrituras Sagradas. “Tem coisa tão atuais e tem tanto tempo atrás. Nossa, há mais de dois mil anos. E tem questões e coisas políticas tão atuais. Nada muda, sabe? É impressionante. Cara, tô chocada!”

As Aventuras de Davi

A passagem bíblica que narra a história do pequeno Davi e do gigante Golias mexe com a cabeça de Danni Carlos. A roqueira - que parece ter descoberto a Bíblia nos últimos dias - está impressionada com a narração bíblica dos feitos extraordinários de Davi, e não parou de falar nela.

Falando com Carlinhos, ainda no início da madrugada, Danni começou a expor suas ideias sobre a vida do rei Davi de Israel.

“Eu não tô conseguindo parar (de ler). Porque estou numa história toda de Davi. Sabe Davi que matou Golias? Que era ruivinho igual a Tirulira (a ovelha que nasceu na fazenda). Era o menor dos irmãos. Foi um dos maiores reis de Israel”, afirmou a roqueira Danni, que prosseguiu: “Menorzinho, sardentinho, um pastor. Aí, Deus juntou com ele e ele virou…”, relembrou Danni Carlos.

Mais tarde um pouco, a caipira do rock voltou ao assunto que tanto lhe fascina. Desta vez, falou para Dado Dolabella, que disse conhecer a história. Assim mesmo, o ator escutou com atenção a amiga.

“Sabe o que é legal? Amor é a coisa mais maravilhosa que tem. Davi ficou um tempão no deserto. Assim, eles eram guerrilheiros. Aí, ele juntou 600 caras, mendigos, gente execrada pela sociedade. Ele foi tipo um Robin Hood, um Ali Babá. Muito legal!”, contou a roqueira caipira, para completar: “(Ele) foi morar no deserto, nas cavernas. Ele já casou com a filha do rei, já foi perseguido pelo rei. O rei era louco.”

E o relato feito por Danni Carlos sobre antiga saga de Davi, do Rei Saul e da filha do monarca prosseguiu madrugada adentro.

Fonte: Terra e TV Records / Gospel+

quinta-feira, 25 de junho de 2009

"Pastor do Santos", Brum recupera drogado e quer paz a F.Costa


Roberto Brum, 30 anos, é um jogador discreto em campo. Chega firme nos adversários, cede poucos espaços, é incansável na marcação. Fora de campo, esse fluminense de São Gonçalo é o oposto, como já pôde ser atestado em sua apresentação no Santos, há cerca de um ano, quando comparou a situação do clube com a de uma águia e virou sucesso no Youtube. Desde então, o volante coleciona declarações engraçadas e cheias de bom humor.

Terra - Você é um cara muito espontâneo. Acha que falta isso no meio do futebol?
Roberto Brum - Não é fácil falar em público. Às vezes, o jogador é espontâneo no dia a dia e, quando chega nos microfones, fica acanhado. Principalmente os mais jovens.

Me lembro que a primeira vez que fui até um programa de televisão, tremia muito. Até porque me pediram nos bastidores para que eu falasse mal do meu treinador na época, que era o Parreira. E ele era tudo pra gente: botou salários em dia, fez pré-temporada na Espanha, conseguiu musculação do bolso dele. Fez tudo. Então eu tremia da cabeça aos pés.

Terra - E como acabou sendo o programa?
Brum - Quando me perguntaram se ele era tudo de ruim, eu neguei. Disse que não, que ele era tudo de bom. Ali já apontava que minhas entrevistas dariam repercussão (risos). O Parreira até depois me deixou recado no celular agradecendo e eu fiquei muito emocionado, tinha só 19 anos.

Você tem que ser espontâneo e sincero, não forçar nada. A pessoa tem que chegar aqui e falar o que ela sente, o que ela acha. Não posso passar uma imagem que não é minha. Às vezes falta isso, sim.

Terra - Mas esse teu jeito tá te trouxe problemas?
Brum - Esse caso mesmo, do Parreira, não deixa de ser. Mas eu tive problemas por falta de sabedoria, quando mais jovem, de não saber falar as coisas na hora certa.

Terra - Teve algum caso que você se lembre?
Brum - Um jogo no Maracanã, entre Fluminense e Coritiba e eu já estava no Coxa, com o Romário do outro lado. Estava 1 a 0 para a gente, botando o Flu na roda, dominando o jogo.

Aí perguntei ao árbitro quando tempo faltava e ele me respondeu que cinco minutos. Aí pensei: "Vou cair no campo, ganhar um minuto. Aí entra um volante com sangue novo e acabou o jogo". Então caí no chão, fiz aquela cena, rodei pra lá e rodei pra cá (cai na gargalhada). Já estava saindo, atrás do gol, e veio um jornalista de Curitiba, que estava por lá cobrindo o jogo.

Aí ele perguntou: "Brum, então, o que houve?". Então eu respondi: "Saí pra dar o bicho pro meu companheiro, o jogo já tá no papo". Mas aí, quando falei isso, só escutei o Maracanã gritando. Olhei para o jogo, e foi na mesma hora, e o baixinho comemorando, com a língua pra fora (Brum imita Romário). Fui pensando: "Pra quê fui falar isso?". Quando fui chegando no banco de reservas, ele chutou aquela bola sem ângulo e entrou, entre o gol e a trave, 2 a 1 para o Fluminense. Quando cheguei em Curitiba, tomei tanta porrada, mas tanta porrada....(risos)

Terra - Jogador é obrigado a dar entrevistas?
Brum - Nada forçado é legal, mas o torcedor merece saber como o jogador se expressa. Tem torcedor que deixa de comer para comprar ingresso, então eles merecem, mas não pode ser forçado. Eu trabalhei com um jogador que antes cortava cana, o Lima, ex-Coritiba e Atlético-PR. Ele chorava, era sensível. Depois entendemos que isso era por ele ser tímido. Hoje ele está soltinho (risos).

Terra - Você está bem em Santos, né?
Brum - Se for a vontade de Deus, encerro minha carreira aqui. Estou super adaptado na cidade, já tenho casa, sou cidadão santista. Só falta transferir o título de eleitor para votar no Ari Jarrão (massagista do Santos e candidato a vereador). Nem ele votou nele, foram só três votos. Vou ser o cabo eleitoral dele, já tem slogan: "Ari Jarrão, chegou a solução, pro empregado e pro patrão". É melhor que o do Maluf, o "rouba mas faz" (gargalhada).

Terra - Como é a história do morador de rua que você acolheu?
Brum - É o Pato Rouco, uma figura carimbada na Vila Belmiro. Todo mundo o conhece, já estava mais de 30 anos perambulando no vício e agora também morando na rua. Ele me pedia dinheiro e eu respondia que não ia dar nada para ele usar crack, então ele me xingava. Sempre falei que daria um tratamento, se ele quisesse.

Aí um dia fui andando do treino pra casa e ele foi me seguindo. Então parei e fiz uma oração para Deus transformá-lo. E ele começou a chorar, falando que tinha saudades da mãe. No fim do ano, ele me pediu ajuda.

Terra - E então, o que aconteceu?
Brum - Aí eu e o Fabiano Eller o internamos. Ele gosta de ajudar, tem o coração muito bom. Então fomos na casa do Pato Rouco, no carrão do Eller, que parece um disco voador (risos) e pedimos a autorização da mãe dele. Hoje ele está lá há seis meses: enxerga bem, está com os dentes bonitos, com óculos, está gordo, lê a bíblia. Era fedorento e hoje está cheiroso (risos).

Terra - Você já tentou apaziguar um pouco o Fábio Costa?
Brum - O Fábio é uma pessoa muito especial para mim. Quando o olhei pela primeira vez, fiquei com medo daquela cara de bravo dele. Uma vez tentei trazer ele pra Deus, mas parecia que tinha falado com um armário. Ele nem ligou. Mas ele começou a olhar minha vida e um dia o filho dele pediu para que eu fosse até a casa dele pra falar de Deus. E nós não podemos julgar as pessoas.

Quero que a pessoa que estiver lendo essa matéria no Terra, aponte o dedo para o espelho. Ele vai ver que tem mais quatro apontados para ele. Deus tem mudado o caráter do Fábio e ele está mudando.

Terra - Desde quando você passou a ser evangélico?
Brum - Foi em 2002, no Coritiba. Eu não dava ouvidos, achava evangélico um povo chato.

Terra - Você era muito amigo do Roger nos juvenis do Fluminense. Aprontaram muito nessa época?
Brum - Aprontávamos muito (gargalhada). Nós fugíamos de concentração para ir para bagunça, arrumar namorada. Tem uma história muito boa, mas não posso contar, agora ele é casado (risos). Quando eu jogar no mesmo clube que ele, ponho aqui para dar entrevista coletiva e faço ele contar.

Nós éramos jovens, a gente tinha muitas namoradas. Nossa onda era essa. Não era usar droga, era arrumar namorada. Uma vez, chamei o Roger para ir até o carnaval em São Gonçalo, ele quase morreu (risos). Só tinha o bloco das piranhas, era pacato demais.

Terra - Além de vocês dois, quem mais fazia parte dessa turma?
Brum - Tinha o Marco Brito, atacante que jogou no Vasco também, o Bruno Reis, o Flávio, lateral direito que também esteve no Santos...

Terra - O Roger podia ter se tornado um jogador melhor?
Brum - Poderia, sim. Ele faz poucos treinamentos específicos, porque não precisa. Eu nunca vi um jogador com a habilidade dele, mas o futebol hoje exige muito físico. O pai dele, seu Aloísio, falava para mim, que se o Roger tivesse a disposição que eu tenho, ia ser o maior jogador do mundo. E eu respondia que se tivesse a habilidade do filho dele também (risos)...

Terra - Você não é mais nenhum garoto, mas tem o melhor condicionamento físico do clube. Como explicar isso?
Brum - Deus vai renovando, fazendo você melhorar. Lembro do César Sampaio, que começou a surpreender fisicamente depois dos 30 anos. O jogador maduro rende mais que um jogador mais verde. E aí o jogador mais verde, pelo físico, supera também a experiência. Faz o movimento errado, mas se recupera. O maduro vai cortando os caminhos e se você tem maturidade e força física, vai superar os outros.

No meu caso, é explicado por uma vida regrada. E hoje os clubes têm profissionais que incentivam o atleta e dão instrução. Tem hoje a fisiologia e é brincadeira o trabalho que o doutor Rogério, que faz um trabalho de hidratação com os atletas do Santos que nunca vi igual na carreira. Tá sempre com um copinho correndo atrás dos atletas (risos).

Aquele boleirão que anda de ponta de pé no shopping, de perna arcada, tá perdendo espaço hoje. Tenho oito horas de sono, não bebo, mas também não tenho nada contra quem bebe. Tem que chegar em campo e correr. Prefiro jogar com o cara que bebe e vai para a noite e corre em campo, do que com um santinho que não faz nada e não faz nada em campo também. Mas gosto de falar para ser exemplo pros mais jovens.

Terra - Foi muito duro jogar aquela Série C em 1999?
Brum - Demais. Outro dia, eu estava indo para Itaipava, no casamento do Roger, e era o mesmo caminho de Xerém (onde ficam as categorias de base do Fluminense). E eu falava para minha esposa: "valoriza cada real, quando você tiver no shopping, vendo aquela vitrine bonita, e pensa duas vezes antes de cobrar aquela bolsa da Guess" (risos). Foram seis anos indo todos os dias para Xerém e quando subi para os profissionais, encarei uma Série C de frente. Foram muitas lutas, mas tive muitas vitórias. Nada foi de mão beijada.

Terra - Os jogos eram muito violentos?
Brum - Hoje só jogo em tapete, mas tomei até pedrada, contra o Juventus. Teve outro jogo com confusão contra o Moto Clube, dureza. Uma vez, estávamos indo jogar e um carro caiu na Serra, numa ribanceira. Vi atletas apanharem. Vi mãe e pai de atleta apanharem. Do Jorge Luís, lateral esquerdo que jogou no Inter e em Portugal. Vi muita coisa brava.

Recebi homenagem, que foi quando plantaram um pé de laranjeira e me incluíram lá. Eles colocavam uma placa em cada laranjeira que plantaram, com os nomes dos jogadores: Branco, Rivellino, Roger, entre outros.

Aí depois fui mostrar a placa para o meu irmãozinho. Fui subindo a rua e quando fui vendo, minha placa não estava mais lá. Aí cheguei para o Betão, administrador do centro de treinamento, e perguntei: "Cadê minha placa?". E ele respondeu que quem colocou o clube na Justiça, perdeu a placa. Então fica sem placa (risos).

Terra - O Branco até "confiscou" a renda da final da Libertadores, você viu?
Brum - É, eu vi. Não deixou nada pra mim. (gargalhada).

Terra

Max Lucado no Brasil


Em uma parceria com a Lidere, a editora Thomas Nelson está trazendo Max Lucado ao Brasil. O autor de Aliviando a Bagagem e Derrubando Golias chegará ao país em julho de 2009 para ministrar em 5 diferentes capitais. Esta é uma oportunidade única de assistir ao vivo a poderosa mensagem de um dos autores mais lidos em todo o mundo. Pastor da igreja Oak Hills, uma das maiores dos Estados Unidos, Max Lucado compartilha a Palavra de Deus de forma pessoal, alcançando em cada livro o coração dos leitores.

Com mais de 50 milhões de livros vendidos em todo o mundo, Max Lucado é um dos casos raros onde o autor transita com facilidade entre públicos das mais diversas idades, etnias e credos. Já escreveu livros de sucesso tanto para crianças quanto para adultos; de historinhas ilustradas até comentários bíblicos.

No Rio de Janeiro, Max Lucado participará de um evento especial no dia 25 de julho, com entrada gratuita, onde ministrará a palavra de Deus com a participação de consagrados cantores da música gospel nacional.

Fonte: Lidere

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Resposta do Pr. Silas à revista Veja no programa de TV





Pr. Silas Malafaia

19/07/2008

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Mulher misteriosamente ressuscita nos EUA

Milagre existe e chama-se Velma Thomas. A norte-americana estava internada na UTI, vítima de 3 paradas cardíacas e era mantida viva através de aparelhos. O estado de Velma era tão crítico, que os médicos chegaram a diagnosticar sua morte cerebral. Seu filho estava tão conformado, que autorizou os médicos a desligarem os aparelhos. Ele se despediu da mãe e foi tratar dos detalhes do funeral.

O resto da família permaneceu no hospital para cuidar da retirada dos órgãos de Velma. De repente uma agradável surpresa aconteceu, após dez minutos, ela milagrosamente voltou à vida.
"Oramos, oramos e oramos, mas percebemos que a havíamos perdido. Senti-me em paz por ter tomado a decisão correta.", afirmou o filho da paciente de 59 anos, referindo-se ao momento em que autorizou o desligamento dos aparelhos.


Fonte: ABC News

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Supremo Tribunal Federal poderá legalizar "casamento" homossexual no Brasil

13 de Maio de 2008 às 16:04:02

Durante anos, a bancada evangélica fez um trabalho excelente barrando a aprovação do nocivo projeto de parceria civil homossexual introduzido pela ex-deputada federal Marta Suplicy, em 1995. Apesar dos esforços de muitos grupos homossexuais radicais e parlamentares esquerdistas, o projeto ideológico de Marta emperrou no Congresso Nacional.

Com todo seu empenho como militante petista e feminista pró-aborto, Marta não conseguiu realizar sua ambição de avançar a agenda gay de seu projeto. Mesmo durante o governo Lula, grande apoiador e incentivador de políticas, programas e leis a favor da sodomia, o projeto de Marta não andou, exclusivamente por causa da oposição, em grande parte, da bancada evangélica.

Reconhecendo sua incapacidade de impor o “casamento” gay através do Congresso Nacional, os militantes da sodomia agora depositam suas esperanças no Supremo Tribunal Federal (STF). Uma ação impetrada pelo governo do Rio de Janeiro no STF pode abrir caminho, através do Judiciário, para a legalização do “casamento” homossexual no Brasil inteiro.

O governo do Rio de Janeiro é proverbialmente incompetente para lidar com o elevado índice de criminalidade e violência em seu próprio quintal. Agora, para compensar sua evidente incompetência em outras áreas, tenta mostrar “serviço” em prol da sodomia a nível nacional.

A história toda começou quando um senador evangélico do Rio resolveu dar uma mãozinha ao então candidato Sérgio Cabral, que já apoiava as causas homossexuais. Mais por amor ao momento eleitoral do que por respeito aos valores morais ou familiares, Cabral atendeu ao pedido de Marcelo Crivella para renunciar a um projeto pró-homossexualismo. Pelo menos durante o tempo eleitoral, Cabral realmente se esqueceu da questão S (sodomia), mas tão logo venceu e se tornou governador sua mente pôde voltar à velha “normalidade”, onde aborto, homossexualismo e até liberação das drogas são causas muito mais importantes do que resolver a epidêmica violência social e corrupção governamental.

Com a ajuda da bancada evangélica, o projeto de Marta estagnou. Com a ajuda de Crivella e vários politiqueiros evangélicos, Cabral ganhou para governador e hoje pretende fazer pelo “casamento” homossexual o que Marta não conseguiu. A ação do governo do Rio implica em ameaça muito maior do que o projeto de Marta. Cabral recorreu a um STF onde os esquerdistas FHC e Lula nomearam ministros que tomarão decisões conforme a inclinação moral do próprio governo que os escolheu.

Em 2006, ao julgar uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin), o ministro Celso de Mello manifestou opinião de que a união homossexual deve ganhar status de entidade familiar e não apenas como “sociedade de fato”. Agora, com a ação do governo do Rio, o STF parece estar disposto a dar à união de dois homens a mesma honra e legalidade que têm um homem e uma mulher casados. Tudo graças a Sérgio Cabral. Tudo graças a Marcelo Crivella e a outros evangélicos aliados de Lula, que sempre (ou quase sempre) fizeram escolhas políticas equivocadas que ergueram ao poder políticos que hoje trazem prejuízo moral e espiritual ao Brasil.

A atitude favorável do STF deixou os militantes gays otimistas. De acordo com o site esquerdista CongressoEmFoco, Toni Reis, presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros), comentou que a decisão do STF poderá eliminar a oposição no Congresso Nacional às questões homossexuais.

“Estamos torcendo para que passe. Nós temos vários casos de jurisprudência nos estados, então não precisaria passar pelo Congresso”, declarou Toni, que recordou o compromisso que o governo Lula fez de criar uma lei anti-“homofobia”.

Por causa da resistência no Congresso, os militantes homossexuais estão apostando tudo no STF, que tem demonstrado menos intransigência ética em questões como aborto, células-tronco embrionárias e homossexualismo. Não se sabe, porém, quando o STF decidirá sobre a legalização do “casamento” homossexual.

Apesar das dificuldades, os militantes homossexuais têm motivos para estar esperançosos, pois no STF o relator do caso do “casamento” homossexual é o Dr. Carlos Ayres Britto, o mesmo ministro que deu voto favorável à realização de pesquisas com células-tronco embrionárias, onde embriões são sacrificados e mortos para supostos benefícios médicos.

Quando a corrupção moral entra na moda, os donos da mídia são os primeiros a entrar na onda. No embarque seguinte vêm os políticos e os legisladores. Há 3.000 anos, já se alertava: “Os ímpios andam altivos por toda parte, quando a corrupção [moral] é exaltada entre os homens”. (Salmo 12:8 NVI) Não é exatamente o que está ocorrendo no Brasil? Lula e Cabral estão na plena onda da sodomia social, política e legal.

Em apoio à ação de Cabral no STF, o Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott, se manifestou:

“Embora a Constituição de 1988 não tenha feito referência expressa à união homoafetiva, estabelece como princípios estruturantes de nossa ordem jurídica os valores da liberdade, igualdade e do pluralismo. Estes princípios impõem reconhecimento da união homoafetiva no seio de nossa jurídica constitucional”.

Enxergando valor e dignidade na sodomia, é possível enxergar qualquer coisa em qualquer lugar, mesmo na Constituição federal ou na própria Bíblia. Com relação aos ministros do STF, seria de esperar que eles pudessem enxergar com bom senso: nem a lei natural, nem a lei divina e nem a Constituição brasileira favorecem a sodomia. No caso da lei divina, a proibição é claríssima. No caso da lei natural, as conseqüências são gravíssimas.

Além disso, legalizar o “casamento” homossexual é agredir e desrespeitar a dignidade e o valor da família natural.

Os ministros do STF conseguirão ver o óbvio, a menos que vejam com os olhos de Cabral ou de Lula.

Em cada embate cultural, onde a sodomia procura se impor como direito humano inalienável e outros perversos travestismos, o Estado tem a oportunidade de assumir a postura de protetor da família natural ou aliado das forças que querem arruiná-la.

A União Soviética e a Alemanha nazista, com seu controle socialista sobre a sociedade e tribunais, promoviam a cultura da morte e sabiam ameaçar as famílias enquanto ao mesmo tempo proclamavam defendê-las! A voz e decisões do Estado laico soviético e nazista (mediante os tribunais ou não) eram tão sagradas como se fossem a própria voz e decisões de Deus.

Os tribunais da União Soviética e da Alemanha nazista atendiam aos interesses de seus governos ideológicos. Hoje, no Brasil o governo Lula não tem receio de mostrar sua preferência e apoio ao aborto, às pesquisas com células-tronco embrionárias e ao homossexualismo. O que os tribunais brasileiros, inclusive o STF, farão?

O Estado e seus tribunais têm autoridade para depreciar o casamento normal com a legalização de formas anormais de casamento? Claro que não. A família natural existe muito antes do Estado e suas leis. Aliás, a família natural existe muito antes do movimento homossexual e seus vícios. Considerando que a sodomia nada tem a ver com normalidade, saúde e família natural, o Estado e seus tribunais têm autoridade para legalizar o chamado “casamento” homossexual?

A doença de controlar indevidamente tudo e todos, promovendo a cultura da morte, legalizando anormalidades e redefinindo o bem como mal e o mal como bem, é uma doença que afeta o Estado em todas as eras. Cabe a um povo sábio e temente a Deus ajudar o Estado brasileiro a se libertar dessa doença.



Fonte: Gospel Minas/ Julio Severo

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Dia Mundial de Oração - 10 de Maio

Centenas de milhares de cristãos reunidos ao redor do mundo num único dia, na mesma hora para orar. Esta é a Campanha Mundial de Oração. Um evento internacional que começou em 2001 na cidade do Cabo, na África do Sul e que se espalhou rapidamente por mais de 190 países. No primeiro encontro cerca de 45 mil pessoas se reuniram para orar pelo país, para buscar a Deus e pedir perdão pelos pecados da nação. Em 15 de Maio de 2005, Domingo de Pentecostes, estima-se que em todo mundo 220 milhões de cristãos oraram desde o amanhecer no leste até o pôr-do-sol no oeste. Canais de TV internacionais mostraram numerosos eventos para aqueles que não podiam ir a estádios, igrejas ou outros locais públicos. Mesmo em países de perseguição evangélica, os cristãos se encontraram secretamente para se unir ao mundo em oração. Este foi o maior encontro cristão da história.A Palavra de Deus diz: “Orai sem cessar” I Tessalonicenses 5.17. E com base neste texto que esse grande movimento acontece. A visão é clara: a Glória de Cristo e a bênção das nações. A missão é específica: chamar cristãos de todas as nações para: unirem-se em arrependimento e oração e colaborarem como instrumentos nas mãos de Deus para bênção e cura das nações.Dia Mundial de Oração no BrasilO Brasil aderiu o movimento no ano de 2005. Em 2006 alcançaram-se quase todos os estados brasileiros e capitais. Foi um tremendo mover de Deus em todo o país. 240 horas de oração de 25 de maio a 04 de junho, sob o slogan de Habacuque 2.14 - “Pois a Terra se encherá do conhecimento da glória de Deus, como as águas cobrem o mar". Entretanto, o foco não está somente na Campanha de Oração em si, mas para ver um estilo de vida de oração estabelecido que transforme comunidades. Em 2007 conseguiu-se mobilizar cerca de 2.500 municípios brasileiros para a CMO, onde ocorreram as salas de oração 24 x 7, com equipes orando continuamente, por turnos, para cobrir as 240 horas de oração sem parar. Em 2008 o sonho é mobilizar ainda mais pessoas.Para isso, no dia 10 de maio acontecerá em Brasília um grande ajuntamento, com a presença do Diante do Trono. Confira no site www.cmo.org.br a programação.Você não pode ficar de fora. A Campanha começa no dia 2 de maio com orações que vão até o dia 11. Envolva a sua célula, sua família, seus amigos. Assuma sua posição diante desse clamor pela transformação do Brasil.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Conselho de Pastores de Santos -SP

Na Última Sexta-feira no Clube Vasco da Gama na Ponta da Praia em Santos, foi realizada a primeira Vigília pelo Avivamento na Baixada Santista, realizada pelo conselho de Pastores de Santos que é presidida pelo Pastor J.Torres. Foi tremendo irmãos uma noite de clamor e louvores ao nosso SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO, mais de 600 (seiscentas pessoas ) passaram por lá naquela noite, que começou a 0h00 ( meia noite ) e Terminou ás 6h00 ( seis da Manhã ).
Para quem não foi terá uma nova oportunidade no dia 25 de Abril no mesmo local e horário.
Maiores informações aqui nas próximas semanas.

©2007 '' Por Elke di Barros